Nuno

Adora música. Se há algo que o faz perder, por completo, a noção do tempo, é descobrir os clássicos do rock.

Bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath preenchem o seu imaginário… e a sua colecção de música. Hoje em dia, infelizmente, já não os pode ver e ouvir ao vivo. Como gosta muito de ir a concertos, não deixa de dar oportunidade a novas bandas para que entrem no seu mundo, através dos serviços online de partilha de música. Nomes como Arcade Fire ou Black Keys têm sido as estrelas das playlists que tem tocado ultimamente.

A sua paixão pelo rock seria o diapasão ideal para afinar uma aula inteira de faculdade. Se fosse professor por um dia, era isto mesmo que gostava de ensinar: a vibrante história do rock, desde os Beatles, aos Volbeat. 50 anos de som no máximo!

Baixando agora, um pouco, o volume dessa música, pergunto-lhe quando foi a última vez que fez algo realmente novo. “Aproveitar Lisboa, como nunca tinha aproveitado”, responde com o sotaque bonito de quem nasceu no Alto Minho. Veio morar para Lisboa, depois de terminar os estudos em Braga e de um experiência profissional de 2 anos em Aveiro. Por essa razão, está há três meses embrenhado em algo novo.

De Lisboa, adora o espírito da cidade. A sua Viana natal é uma cidade pequena – embora belíssima e cheia de carácter – e por isso gosta da diferença e do tanto que há para fazer na capital. Além disso, é sportinguista e tem agora a oportunidade de estar mais perto do seu clube do coração. E onde o podemos encontrar mais frequentemente? “No Irish Pub do Cais Sodré”, partilha. A ver a bola e a beber um belo pint de stout, adicionamos nós.

Se fosse dono do mundo, nem que fosse por uns dias, a primeira coisa que fazia era conhecê-lo! Gosta muito de viajar e aproveitava o facto de não precisar de vistos para ir a muitos sítios. Mas também pensava nos outros. “Incomodam-me as guerras que se passam no Iraque e na Síria”. Por essa razão, juntava esforços para acabar de vez com o conflito e para por cobro às causas que fazem os homens deixarem de ser humanos para passarem a ser piores que os animais. O extremismo, nunca há-de levar o mundo ao tão ambicionado desígnio de paz.