Joana

Poder passear ao fim do dia, desfrutando da luz dourada do fim de tarde, ao mesmo tempo que relaxa um pouco, é tudo o que precisa para ser feliz. Ter tempo para si é mesmo das coisas que mais importa.

Da sua infância, recorda com saudade os tempos no jardim em que dava comida aos patos com o seu pai. Jardins esses que confessa estar a gostar de ver recuperados pela edilidade lisboeta. Mas ainda há muita coisa a fazer. Por essa razão, se ocupasse o lugar de presidente na Praça do Município, começava por recuperar um local que lhe diz muito: o seu Largo do Leão. Esse espaço triangular, que já foi o limite nordeste da cidade do início do séc. XX, referido em tertúlias artísticas, está hoje ao abandono, ocupado por automóveis. Começava por o devolver à cidade e prometia usufruir do espaço quando voltasse a ser uma simples cidadã de Arroios.

Falando ainda de Arroios, recomenda a todos os que lá forem a passar pelo Armando para comer uma bifana ou um prego. Não se vão arrepender.

A música da sua vida: Borrow, dos Silence 4.