Amélia

“Deixamos de ser livres quando se castra a liberdade de cada um e se limita o direito à diferença. A vida cresce na diferença”.

Enquanto pinta no meio do Terreiro do Paço, confidencia que ter projetos é aquilo que mais a faz feliz. Ter algo que a faz continuar a perseguir um objetivo é algo verdadeiramente apaixonante. E contou que tem alguns, relacionados com Lisboa e os nomes das suas ruas.

À famosa pergunta “Onde estava no 25 de Abril?” responde: “Estava em Lisboa, no liceu. Lembro-me de ir buscar a minha mãe ao emprego pela mão do meu pai.” Bonitas memórias do dia em que em Portugal nasceu o direito a sermos verdadeiramente livres.